A luta pela cura do câncer tem agora um grande aliado. A tecnologia, mais precisamente a "nanotecnologia": partículas menores que microscópicas, que irão transportar medicamentos direto para a região afetada pelo tumor.
Os grandes responsáveis: Pesquisas feitas pelo Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), Instituto de Pesquisa Médica Sanford-Burnham e Universidade da Califórnia em San Diego, nos EUA.
O novo tratamento, conforme os cientistas americanos, é capaz de aumentar em até 40 vezes a eficácia de medicamentos contra o câncer.
Veja como acontece: Primeiro as nanopartículas atravessam as finas paredes dos vasos sanguíneos para chegar ao tumor. Ali, desencadeiam um processo de coagulação. Isso faz as fibrinas (proteínas) se deslocarem para o tumor e, junto com elas, uma nova leva de soldados invisíveis que vão injetar o medicamento direto no local.
“O tratamento do câncer é muito duro porque as quantidades de drogas usadas são altas demais, os efeitos colaterais são muitos”, explica a engenheira química Simone Medeiros, que desenvolve um estudo parecido na Universidade de São Paulo. As nanopartículas permitem que as doses de remédio sejam menores e mais poderosas.
Já aqui no Brasil, também temos avançado nessa área. A pesquisa brasileira usa compostos químicos chamados polímeros. Eles “revestem” as partículas de medicamento e carregam, ainda, substâncias magnéticas. “Depois de injetada a solução com nanopartículas, podemos direcionar a ação delas com um imã direto para o tecido com câncer”, explica Simone.
Por enquanto, essas novidades ainda estão sendo testadas e devem demorar pra chegar aos hospitais. Os estudiosos sabem, porém, que está aí o futuro do combate ao câncer. “Sem dúvida, as nanopartículas representam um grande avanço, elas são a aposta para um tratamento mais eficaz”, conclui a pesquisadora brasileira. fonte: 3M do Brasil
O vídeo abaixo ilustra bem esse novo tratamento, e traz muita esperança para toda humanidade!
Notícia em Mister Tube
http://www.mistertube.com.br/2011/08/nanotecnologia-no-combate-ao-cancer.htmlAcesso em 30 de agosto de 2011.

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