Washington, 20 ago (Prensa Latina) Experientes estadunidenses desenvolveram um medicamento que parece reverter os efeitos do envelhecimento a nível do DNA, de se verificar esta ação seria de grande importância para o tratamento da síndrome de Hutchinson-Gilford ou progeria.
Segundo um artigo publicado na revista Science Translational Medicine, pesquisadores da Escola Médica de Harvard, explicaram que o composto está elaborado a partir da bactéria Streptomyces hygroscopicus, se denominou Rapamicina, e pudesse diminuir, e inclusive anular os signos do envelhecimento.
Francis S. Collins, um dos autores do trabalho, destacou que ensaios realizados em meninos com progeria (grave doença que causa velhice jovem) se conseguiu suprimir a proteína danificada causa da doença e reverter seus efeitos nocivos.
Todas as células tratadas viveram, ademais, durante mais tempo do normal, indica Collins.
Dimitri Krainic, outro dos cientistas, explicou que com os anos, as células do organismo perdem a capacidade de se livrar dos desperdícios que produzem.
O composto parece devolver ao organismo a força necessária para seguir cumprindo com esta importante função, algo que aumenta tanto a duração das próprias células como a dos órgãos aos que pertencem, acrescenta.
No entanto, reconhecem que fica muito por pesquisar, e se precisam novas ações, mais específicas e seguras.
aab/arc/vm
Segundo um artigo publicado na revista Science Translational Medicine, pesquisadores da Escola Médica de Harvard, explicaram que o composto está elaborado a partir da bactéria Streptomyces hygroscopicus, se denominou Rapamicina, e pudesse diminuir, e inclusive anular os signos do envelhecimento.
Francis S. Collins, um dos autores do trabalho, destacou que ensaios realizados em meninos com progeria (grave doença que causa velhice jovem) se conseguiu suprimir a proteína danificada causa da doença e reverter seus efeitos nocivos.
Todas as células tratadas viveram, ademais, durante mais tempo do normal, indica Collins.
Dimitri Krainic, outro dos cientistas, explicou que com os anos, as células do organismo perdem a capacidade de se livrar dos desperdícios que produzem.
O composto parece devolver ao organismo a força necessária para seguir cumprindo com esta importante função, algo que aumenta tanto a duração das próprias células como a dos órgãos aos que pertencem, acrescenta.
No entanto, reconhecem que fica muito por pesquisar, e se precisam novas ações, mais específicas e seguras.
aab/arc/vm
Notícia em: Prensa latina
http://www.prensa-latina.cu/index.php?option=com_content&task=view&id=316579&Itemid=1Acesso em 21 de agosto de 2011.
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