Por Redação Pantanal News/Portal Educação
Várias pesquisas provam que o fumo pode ser o principal causador de doenças. A mais recente realizada por especialistas da Universidade de Minnesota e da Johns Hopkins University, durou 44 anos e mostrou que as mulheres fumantes têm 25% a mais de chances de sofrer doenças cardíacas do que os homens.
Ao total, pouco menos de 2,4 milhões de pessoas com problemas cardíacos, foram investigadas entre 1966 e 2010. Elas fumavam, em média, menos cigarros que os homens, e mesmo assim, tem mais chance de sofrer com doenças coronárias. A explicação é que o sexo feminino, possivelmente extrai uma maior quantidade de cancerígenos e outros agentes tóxicos.
Ronaldo de Jesus Costa, farmacêutico, tutor do Portal Educação, explica que não é de hoje que as diferenças fisiológicas entre homens e mulheres são conhecidas, isso começou há muito tempo. “Os estrogênios protegem as mulheres de muitos problemas observados nos homens, porém não se pode abusar”, reforça Costa. Segundo ele, o tabagismo é problema de saúde pública, “extremamente nocivo, oneroso aos cofres públicos em função dos gastos com saúde e que curiosamente o governo continua permitido”, diz o farmacêutico.
A explicação para o fumo despertar as mulheres, na opinião do tutor, é que o cigarro talvez provoque uma sensação de liberdade e autonomia. “Elas estão cada vez mais adeptas ao hábito de fumar, e esse hábito é tão prejudicial que nem os estrogênios conseguem amenizar os danos”, explica Ronaldo.
Para os estudiosos, o problema com o fumo pode se agravar mais, a partir do momento que mais mulheres jovens entrem na estatística de fumantes. De acordo com os cientistas, as autoridades governamentais devem criar políticas específicas para coibir o vício do fumo entre as mulheres.
Ao total, pouco menos de 2,4 milhões de pessoas com problemas cardíacos, foram investigadas entre 1966 e 2010. Elas fumavam, em média, menos cigarros que os homens, e mesmo assim, tem mais chance de sofrer com doenças coronárias. A explicação é que o sexo feminino, possivelmente extrai uma maior quantidade de cancerígenos e outros agentes tóxicos.
Ronaldo de Jesus Costa, farmacêutico, tutor do Portal Educação, explica que não é de hoje que as diferenças fisiológicas entre homens e mulheres são conhecidas, isso começou há muito tempo. “Os estrogênios protegem as mulheres de muitos problemas observados nos homens, porém não se pode abusar”, reforça Costa. Segundo ele, o tabagismo é problema de saúde pública, “extremamente nocivo, oneroso aos cofres públicos em função dos gastos com saúde e que curiosamente o governo continua permitido”, diz o farmacêutico.
A explicação para o fumo despertar as mulheres, na opinião do tutor, é que o cigarro talvez provoque uma sensação de liberdade e autonomia. “Elas estão cada vez mais adeptas ao hábito de fumar, e esse hábito é tão prejudicial que nem os estrogênios conseguem amenizar os danos”, explica Ronaldo.
Para os estudiosos, o problema com o fumo pode se agravar mais, a partir do momento que mais mulheres jovens entrem na estatística de fumantes. De acordo com os cientistas, as autoridades governamentais devem criar políticas específicas para coibir o vício do fumo entre as mulheres.
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