O diabetes é considerado uma doença comum na nossa época, porém, o diagnóstico tardio pode comprometer a saúde de forma irreversível. Em Cacoal numa rápida passagem pelo centro da cidade é possível observar pessoas acima do peso que pouco se preocupam com a doença. A dona de Casa Márcia Agostinho, de 40 anos, nunca fez um exame para saber se tem propensão para a doença, mesmo tendo parentes com diabetes. “Olha é relaxo mesmo, porque como tudo que gosto e nunca fiz um exame”, admitiu. O médico Veterinário Ademar Silva teve o diagnóstico da doença há poucos anos. De lá pra cá mudou a alimentação e incluiu exercícios físicos na rotina diária. Com isso ele controla a doença apenas com poucos medicamentos e alimentação, sem tomar insulina.
Sobre a doença
Conforme a médica Diabetóloga (especialidade que trata da doença), Ana Hinojosa, a doença é grave, porém, nem sempre é levada a sério pelos pacientes. “Tem pacientes que aparecem uma vez na consulta depois somem”, observou. O número de pacientes em tratamento com a médica revela que o caso não é isolado, entre 300 e 500 pacientes tomam medicação e insulina para Diabetes. “Hoje não tem mais idade nem sexo, são homens, mulheres e crianças que precisam se cuidar para o resto da vida”, concluiu.
Sobre a doença
Conforme a médica Diabetóloga (especialidade que trata da doença), Ana Hinojosa, a doença é grave, porém, nem sempre é levada a sério pelos pacientes. “Tem pacientes que aparecem uma vez na consulta depois somem”, observou. O número de pacientes em tratamento com a médica revela que o caso não é isolado, entre 300 e 500 pacientes tomam medicação e insulina para Diabetes. “Hoje não tem mais idade nem sexo, são homens, mulheres e crianças que precisam se cuidar para o resto da vida”, concluiu.
O medo das dietas altamente restritivas e o susto com o diagnóstico talvez expliquem o fenômeno. No entanto hoje se sabe que a doença é grave e pode levar a perda de membros, da visão e até a morte. Segundo a médica entre 35% e 40% da população é diabética mas não sabe disso. “A pessoa pensa, estou bem, não estou sentindo nada”, disse. Porém, como toda doença silenciosa ela corrói lentamente a saúde, com sintomas como perda de peso, inapetência e comprometimento de funções essenciais ao bom funcionamento do organismo.
HISTÓRIA
A médica viveu na própria família os problemas decorrentes da Diabetes. O marido dela, Luiz Aparecido de Souza, faleceu há 17 anos com a doença. “Ele não tomava medicação corretamente, ia pouco ao médico e como o tratamento não foi sério acabou perdendo um dedo do pé”, contou. Ele também perdeu quase toda a visão e ainda descobriu que tinha Insuficiência Renal Crônica. Durante o tratamento na hemodiálise, após três transfusões sanguíneas foi infectado pelo vírus da Hepatite B. “Ele estava debilitado mas faleceu de Hepatite”, contou. A perda de membros no caso de pacientes diabéticos se deve a má circulação e problemas de enervação, causados pela doença, conforme explicou a médica. “As vezes acontece uma pequena lesão e pessoa perde a sensibilidade e não trata, podendo vir a perder um membro”, disse.
HISTÓRIA
A médica viveu na própria família os problemas decorrentes da Diabetes. O marido dela, Luiz Aparecido de Souza, faleceu há 17 anos com a doença. “Ele não tomava medicação corretamente, ia pouco ao médico e como o tratamento não foi sério acabou perdendo um dedo do pé”, contou. Ele também perdeu quase toda a visão e ainda descobriu que tinha Insuficiência Renal Crônica. Durante o tratamento na hemodiálise, após três transfusões sanguíneas foi infectado pelo vírus da Hepatite B. “Ele estava debilitado mas faleceu de Hepatite”, contou. A perda de membros no caso de pacientes diabéticos se deve a má circulação e problemas de enervação, causados pela doença, conforme explicou a médica. “As vezes acontece uma pequena lesão e pessoa perde a sensibilidade e não trata, podendo vir a perder um membro”, disse.
Notícia em: Diário da Amazônia
http://www.diariodaamazonia.com.br/diariodaamazonia/index2.php?sec=News&id=11894Acesso em 20 de agosto de 2011.
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