A terapia complementar não substitui o tratamento convencional, mas potencializa os efeitos esperados. Quando o profissional da saúde receita um chá ou uma cápsula de ervas, ele considera inclusive os efeitos colaterais, uma informação que não está disponível em larga escala.
O médico, nutricionista ou farmacêutico tem o cuidado de avaliar o paciente e saber se o efeito daquela planta não invalida ou atrapalha o efeito de outros medicamentos. Existem ervas que - quando consumidas em excesso - podem causar efeitos colaterais sérios, outras não são indicadas para gestantes ou paciente com doenças crônicas.
Até no caso da meditação, como coadjuvante no tratamento de distúrbios da mente, a orientação e o acompanhamento de um especialista são necessários para evitar que este indivíduo tenha o nível de estresse elevado. A cromoterapia também entra neste cenário.
Segundo a professora do curso de Estética do Cesumar Jelmary Rezende, o último obstáculo dessas terapias é a "posologia" dos tratamentos. Por se tratarem de métodos, cujo tratamento considera cada indivíduo e cada caso, fica mais difícil estabelecer um "modo de usar" generalizado. O avanço está nos estudos que se aprofundam e no aumento do interesse da própria população.
Hoje o Brasil já tem uma política nacional de práticas integrativas justamente para regulamentar o uso dessas terapias. Cada técnica passa por uma etapa de organização de conhecimento teórico e prático. A acupuntura é um exemplo de sucesso.
O médico, nutricionista ou farmacêutico tem o cuidado de avaliar o paciente e saber se o efeito daquela planta não invalida ou atrapalha o efeito de outros medicamentos. Existem ervas que - quando consumidas em excesso - podem causar efeitos colaterais sérios, outras não são indicadas para gestantes ou paciente com doenças crônicas.
Até no caso da meditação, como coadjuvante no tratamento de distúrbios da mente, a orientação e o acompanhamento de um especialista são necessários para evitar que este indivíduo tenha o nível de estresse elevado. A cromoterapia também entra neste cenário.
Segundo a professora do curso de Estética do Cesumar Jelmary Rezende, o último obstáculo dessas terapias é a "posologia" dos tratamentos. Por se tratarem de métodos, cujo tratamento considera cada indivíduo e cada caso, fica mais difícil estabelecer um "modo de usar" generalizado. O avanço está nos estudos que se aprofundam e no aumento do interesse da própria população.
Hoje o Brasil já tem uma política nacional de práticas integrativas justamente para regulamentar o uso dessas terapias. Cada técnica passa por uma etapa de organização de conhecimento teórico e prático. A acupuntura é um exemplo de sucesso.
Notícia em: odiario.com
http://www.odiario.com/saude/noticia/472053/resultados-positivos-em-parceria/Acesso em: 21 de agosto de 2011.
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