Oferecer aos pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) terapias como o uso de plantas, agulhas de acupuntura, gotinhas da homeopatia e até água mineral, através da utilização de métodos como a Acupuntura, Fitoterapia , Homeopatia e Medicina Antroposófica (que trata o corpo físico e o espiritual como um só) na cura e combate a doenças, foi uma política implementada no Rio Grande do Norte a partir deste ano, com a sanção da Portaria Nº 274/GS, de 27 de junho de 2011.
A portaria, que coloca o Rio Grande do Norte como o 5º. Estado brasileiro a aprovar a Política Estadual de Práticas Integrativas e Complementares (PEPIC) do Sistema Único de Saúde, considera como Práticas Integrativas Complementares: a Medicina Tradicional Chinesa - Acupuntura; Homeopatia; Plantas Medicinais e Fitoterapia; Termalismo - Crenoterapia; Medicina Antroposófica; Práticas Corporais Transdisciplinares; Vivências Lúdicas Integrativas.
O secretário de Estado da Saúde Pública, Domício Arruda Câmara, disse que recebe com a maior simpatia, no âmbito da assistência básica à saúde, oferecida pelo Sistema Único de Saúde (SUS), a utilização de métodos e práticas alternativas.
"A nossa Constituinte não conseguiu incluir as práticas integrativas e complementares. em nosso país, a população vê a saúde, o governo, de forma paternal, acha que ele tem recursos suficientes para tratar de tudo. Mas a população não se trata, pessoalmente.", afirmou Domício Arruda
De acordo com a coordenadora das PICS , a nutricionista Mychele Kytchia, com base na própria portaria que as instituiu, "As Práticas Integrativas Complementares têm como princípio básico a abordagem de atenção integral à saúde dos indivíduos, pautada no cuidado humanescente", disse a nutricionista.
Dados
No último levantamento feito pelo Ministério da Saúde, há três anos, informou-se que de 2007 para 2008 a utilização das PIC's no SUS cresceu de forma significativa. O número de procedimentos em acupuntura, por exemplo, aumentou 122% e práticas corporais, como tai chi chuan, cresceu 358%. Aqui no Estado, programa já possui uma sala para atendimento no sétimo andar do prédio da Sesap, na avenida Deodoro, Cidade Alta, atendendo pelo telefone 3232.9104 e o endereço eletrônico pic-rn@rn.gov.br.
A portaria, que coloca o Rio Grande do Norte como o 5º. Estado brasileiro a aprovar a Política Estadual de Práticas Integrativas e Complementares (PEPIC) do Sistema Único de Saúde, considera como Práticas Integrativas Complementares: a Medicina Tradicional Chinesa - Acupuntura; Homeopatia; Plantas Medicinais e Fitoterapia; Termalismo - Crenoterapia; Medicina Antroposófica; Práticas Corporais Transdisciplinares; Vivências Lúdicas Integrativas.
O secretário de Estado da Saúde Pública, Domício Arruda Câmara, disse que recebe com a maior simpatia, no âmbito da assistência básica à saúde, oferecida pelo Sistema Único de Saúde (SUS), a utilização de métodos e práticas alternativas.
"A nossa Constituinte não conseguiu incluir as práticas integrativas e complementares. em nosso país, a população vê a saúde, o governo, de forma paternal, acha que ele tem recursos suficientes para tratar de tudo. Mas a população não se trata, pessoalmente.", afirmou Domício Arruda
De acordo com a coordenadora das PICS , a nutricionista Mychele Kytchia, com base na própria portaria que as instituiu, "As Práticas Integrativas Complementares têm como princípio básico a abordagem de atenção integral à saúde dos indivíduos, pautada no cuidado humanescente", disse a nutricionista.
Dados
No último levantamento feito pelo Ministério da Saúde, há três anos, informou-se que de 2007 para 2008 a utilização das PIC's no SUS cresceu de forma significativa. O número de procedimentos em acupuntura, por exemplo, aumentou 122% e práticas corporais, como tai chi chuan, cresceu 358%. Aqui no Estado, programa já possui uma sala para atendimento no sétimo andar do prédio da Sesap, na avenida Deodoro, Cidade Alta, atendendo pelo telefone 3232.9104 e o endereço eletrônico pic-rn@rn.gov.br.
Notícia em Tribuna do Norte
http://tribunadonorte.com.br/noticia/pacientes-do-sus-terao-terapias-alternativas/198855Acesso em 11 de outubro de 2011.
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